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Religião: Ópio do Povo?

Joaquim Fonseca

Religião: Ópio Do Povo?

Editora: Diel

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Sinopse

Pascal só admitia dois tipos de pessoas razoáveis: as pessoas que procuram a Deus porque ainda não O encontraram e as que O amam porque já O encontraram. Penso que esta afirmação que pode soar aos nossos ouvidos modernos como algo um pouco radical, não pode ser considerada uma asserção racionalista, entre outras razões, por ter sido feita por alguém que também afirmou que o coração tem razões que a razão desconhece. Além disso ele acrescenta que muitos dos que O não conhecem, de algum modo O procuram, mesmo que o não confessem ou admitam explicitamente. 

É por isso que, quando alguém, como por exemplo André Frossard, da Academia de Letras Francesa, seu ateu confesso O descobre e afirma com toda a simplicidade: "Deus existe, eu O encontrei", título do livro em que ele narra a sua conversão, de certa maneira nos leva a pensar que Pascal tem razão. 

Ao afirmar que "a religião é o ópio do povo", Karl Marx parece sugerir que a religião tem um papel de alienação das massas. De modo idêntico, Raymond Aron talvez induza a pensar a mesma coisa, não do povo, mas das elites, quando diz que o marxismo é o ópio dos intelectuais.