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Catequeses e Homilias

Jesus Cristo

Jesus Cristo, Mestre e Rei das Nações

Pe. A. Philippe, C.Ss.R

Jesus Cristo, Mestre E Rei Das Nações

Editora: Santa Cruz

 
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Sinopse

Os Papas ensinaram sempre que deve haver um entendimento perfeito entre a Igreja e o Estado. A razão é muito simples: a Igreja e o Estado são duas instituições estabelecidas por Deus. A Igreja tem por missão conduzir os homens à bem-aventurança eterna. O Estado tem por missão de prodigalizar o bem material e temporal aos seus súditos. Este bem deve ser fornecido pelo Estado aos súditos para que estes possam conseguir sem demasiadas dificuldades o seu último fim. Como o fim último é o mais importante para o homem, é evidente que toda outra coisa deve estar-lhe subordinada. Como a Igreja tem por missão conduzir com segurança os homens para o seu fim último, Deus quer que lhe obedeça. Seu poder, sem que se estenda às coisas da ordem material, compreende também o modo pelo qual se empregam os bens temporais e passageiros, em vista do fim que se quer obter. Os Papas Pio IX, Leão XIII condenaram de maneira formal a doutrina da separação da Igreja e do Estado.

***

Qualquer que seja o sentido atribuído à palavra “política” devemos reconhecer naquilo que exprime, uma realidade dependente de Deus. Nunca podemos perder de vista que o homem está aqui na terra para se preparar para a eterna felicidade. Todas as instituições divinas ou humanas têm por objetivo final: A glória de Deus e a salvação das almas. Neste quadro conceptual, todas as instituições sociais, todas as ações e diretivas políticas devem ter em conta esta verdade fundamental: que o homem não está feito para este mundo, mas para a eternidade. As constituições dos povos, a sua legislação, as disposições jurídicas, administrativas ou outras devem encarar primeiro e antes de tudo o propósito final de toda a existência humana. Toda política, bem como todo o resto, em razão deste escopo final, deve conformar-se à Lei eterna de Deus, ao Seu credo e ao Seu decálogo.