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Correspondência 1928 - 1940 Adorno - Benjamin (2ª edição)

Theodor Adorno, Walter Benjamim

Correspondência 1928 - 1940 Adorno - Benjamin (2ª Edição)

Editora: Unesp

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Sinopse

A correspondência entre Walter Benjamin e Theodor Adorno, que a Editora Unesp publica, em sua totalidade, pela primeira vez em português, insere-se entre os textos mais importantes produzidos durante o período de maior barbárie do século 20 – os anos de ascensão do nazismo. Fundamental para a compreensão do trabalho desses dois pensadores seminais, as cartas revelam a amizade, a parceria e a afinidade intelectual ímpar que eles cultivaram por quase 20 anos. Único acadêmico quelogroumanter um relacionamento verdadeiramente próximo e prolongado com Benjamin, Adorno, que era 11 anos mais jovem, chegou a exercer certa influência sobre sua obra. E foi fortemente influenciado por suas ideias. A maior parte destas 121 cartas – e também as mais longas – foram escritas por Adorno. São comentários e críticas aos ensaios de Benjamin, dos quais ele foi, provavelmente, o leitor mais arguto. Assim, esta correspondência é de grande importância para a compreensão, em especial, do pensamento benjaminiano. Além dos episódios em que um apoiava claramente as ideias do outro, estas cartas retratam os momentos de tensão entre os dois pensadores. Tais momentos tornaram-se mais frequentes e agudos em especial a partir 1937-1938, quando Benjamin escreve o ensaio “A Paris do Segundo Império em Baudelaire”, que Adorno crítica de forma severa, cobrando conceitos mais bem formulados acerca de “modernidade”. Sob pressão de Adorno, Benjamin reformula duas vezes o ensaio para tê-lo aceito pela Revista de Pesquisa Social, do Instituto de Pesquisa Social (que ficou conhecido como Escola de Frankfurt). A publicação do texto era decisiva para Benjamin. Se fosse recusado, o financiamento de suas pesquisas pelo instituto, sua única fonte de renda a partir do exílio, em Paris, em 1933, seria suspenso. As cartas retratam também a forma como Adorno e Benjamin viam seus contemporâneos na academia. Tal visão veio à tona pela primeira vez quando foram publicadas na íntegra em alemão, causando grande impacto – as edições anteriores omitiam as passagens em que os dois amigos celebram sua própria intimidade com observações francas, muitas vezes cáusticas, a respeito de outros intelectuais. Mas esta correspondência têm, principalmente, o mérito de apresentar com clareza as idéias expostas nos escritos teóricos de ambos. E, não menos importante, constituem material crucial para a compreensão da gênese do livro das Passagens, de Benjamin.