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A Menina Que Engoliu o Sapo

Dilma Bittencourt

A Menina Que Engoliu O Sapo

Editora: Topbooks

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Sinopse

Neste seu novo livro, Dilma Bittencourt faz uma aguda e bela reflexão sobre o tempo através da espera de uma menina por seu pai, que saiu de casa. Como diz no prefácio Clara Acker, doutora em filosofia pela Universidade de Paris IV - Sorbonne: "O tempo se apresenta como um mistério, que só encontra solução na experiência da volta das flores ou na realidade do corpo da menina-sapo, que cresce com a ausência do pai. A menina que engoliu o sapo de  ver seu pai partir, de conviver com uma mãe preconceituosa e amarga, responde ao tempo com um saber quase oriental, taoista: fora e dentro são um. O tempo emocional corresponde ao tempo natural".  
Em linguagem poética, finamente trabalhada, a autora cria um ambiente de emoção e mistério, no qual amadurece a menina protagonista, enquanto, paralelamente, apresenta aos jovens leitores uma ampla gama de termos e expressões mais sofisticados, coisa rara de se ver, nos dias de hoje, em obras de literatura infantojuvenil. 
Na base do enredo, como uma espécie de fundação a sustentar o edifício literário, está a filosofia, pontuando a relação da menina Priscila com cada um dos demais personagens - a mãe, a cozinheira, o padre, e até Deus - e sua procura contínua por um casaco desaparecido, metáfora do abrigo que só o pai poderia proporcionar. Como diz a psicanalista Frinea S. Brandão, ao final de "A Menina que Engoliu o Sapo", "esperamos que, para sempre, um casaco nos cubra, aconchegue, proteja, enquanto formos meninas, enquanto estivermos meninas...".